• Redator K2S

Tchau Influencers, olá Creators!


Influenciadores digitais são eficazes?


Antes de entrarmos no foco do que é um Creator, precisamos entender o que é um Influenciador Digital e o porquê deste nome estar saindo de cena.


O influenciador é uma pessoa ou marca, que através de conteúdo, consegue influenciar de alguma forma a maneira que seus seguidores nos meios digitais encaram e consideram determinadas questões, conceitos e até mesmo a forma de ver a vida. E é aí que tem havido questionamentos, essa modalidade tem trazido algumas dúvidas devido há alguns acontecimentos.


O quanto uma marca pode ser responsável pelas atitudes de uma celebridade que a representa? É eficiente e vale a pena reservar uma verba para contratar um influenciador digital? Há uma maneira de evitar que as atitudes pessoais dessas personalidades contaminem ou prejudiquem uma campanha ou ação?


Bia Granja, fundadora do YouPix e Laura Barros, vice-presidente de Marketing da Gallo Worldwide compareceram ao encontro do Grupo RBS ao lado de Marcelo Leite, diretor executivo de Marketing do Grupo RBS e analisaram a comunicação com influenciadores em um evento realizado em Porto Alegre.


As convidadas compartilharam impressões do dia a dia em relação ao trabalho com influenciadores. A primeira delas, apresentada por Bia Granja, é o fato de que o próprio termo precisa de uma revisão. “Estou fazendo uma campanha para a troca do termo “influenciador” por “creator”. Porque a influência nada mais é do que a consequência de um bom trabalho de conteúdo. Uma pessoa influencia outras por aquilo que ela cria, que faz. Quando alguém chega se apresentando como ‘influenciador digital’, apenas, é bom desconfiar”, disse a profissional há anos atuante na esfera do ambiente digital.


Laura, VP de Marketing da Gallo, afirma que ainda há muitas dúvidas e receios das marcas com relação à utilização dos influenciadores. Como qualquer tentativa de ação, trabalhar com influenciadores digitais oferece riscos, porém, ainda é uma estratégia válida tê-los como aliados do plano de comunicação. “Quando o influencer faz um bom trabalho ele consegue um engajamento e uma comunicação com as pessoas que uma marca jamais conseguiria ter com qualquer plataforma própria. As pessoas dão mais atenção quando alguém fala sobre uma marca do que quando ela quer falar sozinha”.


Temos um exemplo atual do youtuber Julio Cocielo – para quem não está por dentro do que aconteceu, Cocielo fez uma postagem no Twitter, sobre o jogador francês Mbappé, que foi considerada racista e o fez perder seus patrocinadores. Com relação a esse caso, as convidadas acreditam que esses fatos são uteis para acelerar a profissionalização do setor.


“Por muitos anos os números foram o parâmetro para que as marcas selecionassem os influenciadores. Quem tinha mais seguidores e mais views, saia na frente. Agora fica cada vez mais claro que número não é garantia de qualidade, de adequação e muito menos de uma estratégia bem feita.”, ressalta Bia. Sobre as os anunciantes, não há como não ser responsável sobre o influencer. “No momento em que uma marca contrata um influenciador ela passar a ter responsabilidade sobre o conteúdo e a postura dele, o fator humano sempre é imponderável, mas para isso é preciso que exista uma sólida estratégia pautada em dados, em acertos e em um trabalho que garanta o mínimo de segurança necessária para que a marca conheça a pessoa a quem está se vinculando e para que o influenciador, também, tenha a liberdade de fazer sua criação”, disse a porta-voz da Gallo.


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